Reflexões

Apetece-me escrever(-te).

quinta-feira, fevereiro 26, 2015


Apetece-me escrever(-te), caramba. A ti: que me lês sem porquês, só porque sim, porque gostas, porque te identificas, porque me abraças. E a mim: que me liberto, reconheço e abraço. O que é a escrita se não o abraço das letras? Sinto a falta do vazio da escrita. De escrever e esvaziar, segredar coisas proibidas ao céu e descobrir algo novo no oceano de palavras. Sinto falta do silêncio que a escrita me trás, me faz sentir... e de o saborear. A falta de ruído, a música que só a libertação é capaz de trazer.
Deixei de escrever, como aconteceu tantas vezes, por ter medo de quem me lia. Quem és tu? Porque me lês? O que me queres? Que venhas por bem. por favor. O ambiente negativo ficou lá fora, aqui na nossa casa, os sorrisos vêm do coração e os nossos abraços são as nossas promessas. Não há tempo para maldade. Mas há tempo para alguma coisa?

Silêncio.

Apetece-me escrever-te, caramba. E contar-te sobre tudo o que se tem passado. E como realmente não há tempo para nada. Contar-te que hoje recebi o meu primeiro ordenado e que a primeira coisa que fiz foi comprar um chá. Aliás, haveria qualquer outra coisa que pudesse comprar? Tenho um bonsait novo, faltava-me chá, para me abraçar o coração quando alguém está longe e só a solidão me abraça. Quero que o chá, como sempre, me abrace também. Como as palavras me estão a abraçar agora, sabes?
 Apetece-me escrever-te sobre tanta coisa... Que não tenho feito exercício nenhum, nem meditado, mas continuo mais vegetariana que nunca. A verdade é esta: sou muito preguiçosa e com muito pouca disciplina. E no que toca ao exercício com a rotina de ginásio quebrada não me sinto capaz de voltar. Mas sabes o que voltou com a ausência de exercício? As dores de estômago! Está tudo relacionado não está? Tenho tentado procurado o equilíbrio (como tem acontecido há uns anos atrás). Afinal, até disso é feito a minha profissão. Em relação à alimentação, sei-o e sinto-o que nunca mais comerei animais: simplesmente não faz parte de mim. A Mariana é vegetariana. É assim que me sinto, que me conheço, e por mais que me tente enganar sei que mais nada faz sentido para mim. Mas mesmo assim, sei que há muito a fazer... Ser vegetariana nem sempre implica ser saudável (especialmente no que toca ao consumo de hidratos de carbono), por isso ando a informar-me. O objetivo será ter um estilo de vida vegetariano com um cheirinho de paleo. Parece-te bem? Sim, a mim também. À minha determinação é que não... Mas colocar isto em palavras ajuda: faço o compromisso. Afinal, as palavras são promessas que não se ouvem, não é? Já em relação à meditação... preguiça pura e medo. Muito medo, de confrontar os pensamentos especialmente nesta altura de mudanças. Mas hoje vou tentar, prometo. (vês? mais um compromisso!)
Apetece-me falar-te que tenho imensos novos livros para ler e pouca paciência para os ler. O mesmo se passa com os filmes, os artigos e as revistas. A minha mente anda a fugir. Foge-me quando paro. Sabes quantas vezes me fugiu deste que comecei a escrever? A minha mente é uma atleta e corre muito mais do que eu, não a consigo apanhar. Mas hei-de conseguir. Tenho uns cinco livros para ler. Já deixei de ver a novela (que via com os meus pais) e esse tempo tentarei ocupá-lo com a leitura. (O que é a leitura se não uma janela na nossa mente fechada?)
 Apetece-me falar das dores de cabeça que ando a ter, e de começar a beber dois litros de água por dia. Quero falar de o quanto quero voltar para o ginásio e para o yoga mas como o dinheiro não estica para tudo. Quero falar de como subitamente parece que não tenho determinação para nada, mas como ao mesmo tempo me sinto capaz de fazer tudo. Quero explicar-te que não sei como voltar a escrever, nem como voltar ao exercício, nem como não estar tão cansada e escrever as minhas cartas. Quero contar-te, em segredo, que a maior parte dos dias me sinto perdida. Porque sou uma pessoa normal. E nesta etapa nova não tenho certeza nada e tudo aquilo a que me estou a agarrar agora é que me apetece escrever, e ser a Mariana que sempre fui, caramba!
Mas mesmo assim, apetece-me escrever-te também sobre como tenho sorte em ter as pessoas certas. Em todos os dias sentir-me grata por fazer o que gosto, sorrir com a alma e aceitar-me de coração. Sinto-me grata por ter saúde, por mesmo a quilómetros de distância ter pessoas que sinto tão próximas e por, a maior parte das vezes, ter uma paciência imensa que me permite ultrapassar os dias com um sorriso sentido. Por isso, hoje, se também a ti te apetecer escrever-me aceito todas as dicas e mais algumas para todas as dúvidas que coloquei em cima e todas as outras que vierem. São bem vindas. Afinal, hoje, só me apetece escrever, caramba!

E o que é a escrita, se não partilha?

Reflexões

Uma dica: foco no positivo.

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Nem sempre as coisas correm bem. Às vezes a vida tira-nos o chão e espera que se voe quando nem asas se tem. E nós cá vamos fazendo as acrobacias armados em artistas que nunca chegaremos a ser. Mas tentamos. Ripostamos quando algo não está bem, agimos conforme aquilo que queremos e compactuamos com aquilo que nos faz bem. Somos humanos: vivemos, rimos e choramos... Mas às vezes as coisas não correm bem e nem sabemos para onde nos virar. como vivemos? rimos ou choramos?
Não sei responder a essas perguntas. Nem sempre sei como agir quando as coisas não correm assim tão bem (seja porque for). Mas normalmente, quando isso acontece tenho um truque: focar-me no positivo. Olhar em volta e ver aquela estrela brilhante no céu que não se encontra à primeira, ouvir o pássaro a cantar por entre o trânsito, sentir o sol num dia de nevoeiro. No meu caso: chegar a casa, tomar banho, ligar o incenso, ouvir esta música e pensar numa coisa boa que aconteceu (por mais pequena que seja). É esta a dica de hoje: façam aquilo que simplesmente vos faz feliz. Coisas do dia-a-dia que nem sempre damos o devido valor, mas que, prometo-vos: pode salvar o vosso dia.
Hoje, mesmo que as coisas não estivessem assim tão bem, focar-me-ia que bebi dois litros de agua e era com essa sensação: boa, reconfortante, que me iria deitar. Nem sempre as coisas correm bem... mas depende de nós, muitas das vezes, a forma como continuam a correr. Fácil, não é? (Pois, é fácil falar...)

Receitas

Toca a comer legumes: Hamburgueres de quinoa e batata doce com molho de framboesas & brownies de beterraba

sábado, fevereiro 14, 2015

"Eu amo-te. Mesmo dizendo que não. 
Mesmo deixando-te ir. Mesmo não te pedindo para ficares. 
Mesmo estando longe, eu amo-te. E amo mesmo."


Hoje faço batota. O "toca a comer legumes" de hoje não foi este. Foi outro, que um dia hei-de voltar a repetir a tempo de fotografar. Estas receitas foram de outro dia, mas são tão boas que eu tive que as fotografar para um "toca a comer legumes" de batota. Hoje trago-vos os melhores hambúrgueres vegetais que já comi, bem como a receita dos melhores brownies de chocolate que alguma vez fiz e comi. Ambas as receitas foram adaptadas e sabem bem em dias como este... em que o amor é a palavra de honra (ainda que para mim este não passe de um dia como todos os outros).


Hambúrgueres de Quinoa e Batata Doce
(Receita Original da BioEscolha aqui)

~ Colocar 1/2 copo de quinoa a cozer em água (1 copo) com sal e uma folha de louro durante 10 minutos.
~ Entretanto descascar uma batata doce e cortar em cubos pequenos. Colocar numa frigideira azeite, e uma cebola pequena cortada em fatias miúdas com dois alhos picados, deixar alourar. Colocar a batata doce, sal e pimenta. Cozinhar em lume brando uns dez minutos, sempre a mexer para não agarrar.
~ Depois colocar numa taça a quinoa já cozinhada, 1/2 copo de queijo ralado, 1/2 copo de pão ralado, e a mistura com a batata doce, mais um ovo. Mexer, rectificar o tempero e colocar orégãos. 
~ Moldar em pequenos hamburgueres (dá para seis) e colocar no forno num tabuleiro forrado com papel vegetal. Cozinhar até estar dourado de ambos os lados.

 ♥

Molho de Framboesas
(Receita Original da BioEscolha aqui)

~ Colocar fambroesas q.b com cebola bem picada, orégãos, sal, pimenta-preta e o sumo de meio limão, numa taça. Mexer bem, até ficar molho. Servir.


Brownies de Beterraba e Chocolate
(Receita Original: Mafalda Pinto Leite)

~ Colocar 2 beterrabas médias com casca numa panela com água a ferver durante 30 minutos. Ao fim desse tempo, passar as beterrabas por água fria e retirar a casca.  Bater num liquidificador as beterrabas até ficar em puré (se necessário, acrescentar água para conseguir a textura desejada);
~ Forrar um tabuleiro com papel vegetal e ligar o forno a 170ºC. Reservar.
~ Numa panela derrete 150g de manteiga sem sal com 200g de chocolate de culinária em lume brando;
~ Entretanto, quando estiver derretido, retire do lume, e adicione 2/3 chávena de açúcar amarelo, e três ovos, mexendo entre cada adição.
~ Juntar 1 colher de chá de baunilha, 1 chavena de farinha sem fermento, 1 c. chá de fermento em pó e o puré das beterrabas;
~ Colocar a mistura no tabuleiro e levar ao forno durante 20minutos (até estar tostado por fora, mas húmido por dentro);
~ Retirar do forno quando pronto e povilhar com cacau em pó.



Escrever isto só me dá vontade de voltar a fazer as receitas todas outra vez e de me deliciar. Adoro os hambúrgueres e os brownies são maravilhosos! E é tudo tão simples de fazer. Aconselho mais do que mil vezes. Por isso, já sabem, se experimentarem digam.
Um xi-
Mariana

Receitas

Toca a comer legumes: puré de batata doce com panados de seitan

segunda-feira, fevereiro 09, 2015



Este fim-de-semana celebramos. Celebramos muitas coisas: os sorrisos e os abraços, e brindamos a novas oportunidades e saudades. Chegou-nos a notícia que (finalmente!) me vou mudar nove meses para Mafra, ao fim de meses de espera, chegou o dia de abraçar por completo esta nova aventura. Falo-vos dela mais tarde. Agora vou-vos falar da forma como a festejamos. Por isso vou-vos falar primeiro do Lambrusco. O Lambrusco é um vinho frisante italiano pelo qual eu sou tremendamente apaixonada. Eu não sou uma mulher de beber vinho, para já ainda gosto de poucos, mas sei admitir que uma boa refeição com um vinho é outra coisa. É outro ambiente, outra emoção, outra celebração. Por isso quando há algo a celebrar o lambrusco (seja ele tinto, verde ou rosé) não pode faltar na mesa.

Ementa:

~ Puré de Batata Doce e Alho Francês ~ deste site
~ Bolinhas de coco com cenoura (sem açúcar) ~ do blog "Not Guilty Pleasure


Puré de Batata Doce e Alho Francês

~ Colocar meio kg de batata doce a cozer com água com sal, quando estiver mole tirar do lume;
~ Colocar manteiga (pouca) num tacho em lume brando e colocar uma cebola picada com um talo de alho francês finamente picado, deixar cozinhar, até ficar quase translúcido;
~ Passar a batata por um passe-vite e colocar no tacho onde está a manteiga, deixar cozinhar um bocadinho e adicionar leite a gosto (eu esta parte faço a olho, na receita original tem medidas. Eu usei leite de soja e ficou maravilhoso!);
~ Quando estiver quase pronto temperar com pimenta preta e noz moscada.


Seitan Panado 
(uma das receitas mais simples e saborosas do mundo)

~ Cortar o seitan em "bifes" e temperar  com: molho de soja, pimenta-preta, pimentão, cominhos, orégãos e alho picado. Deixar marinar no mínimo uma hora.
~ Entretanto preparar a polme: água, pão ralado e farinha (eu fiz a olho, de forma a agarrar bem no seitan);
~ Passar o seitan pela polme e levar a panar numa frigideira com azeite
~ Povilhar com sementes de sésamo e servir


Melhores bolinhas de coco e cenoura do Mundo
A receita original está aqui no blog Not Guilty Pleasure

~ Colocar 150g de cenoura descascada a cozer. Quando estiver descascada triturar até ficar em puré;
~ Juntar à cenoura 130g de coco ralado e 100g de mel (para opção vegan usar: geleia de arroz);
~ Misturar e levar ao frigorífico no mínimo uma hora para endurecer um bocadinho;
~ Quando estiver moldável, formar pequenas bolinhas e passar por raspa de limão e sementes de chia (depois de tirar as fotografias também as passei por coco ralado, ficam maravilhosas!)


E assim, como o diabo esfrega o olho, este é o sexto "toca a comer legumes" e passou de uma ideia de por o N. a comer legumes para uma razão para experimentar mais receitas, para unir vizinhas em novos sabores e levar a família a comer mais comida vegetariana. Em apenas seis fins-de-semana o "toca a comer legumes" já é imperativo. Estou a escrever este e já estou a pensar no que farei no próximo.. Ideias? 
Até agora, dos seis, estas receitas são as minhas favoritas devo admitir. Este almoço ficou divinal, tão bom. tão bom (eu sei que não devia dizer isto porque fui eu a cozinhar, mas ficou mesmo!). O puré de batata doce e alho francês é de comer e chorar por mais.. os panados são tão simples de fazer e de comer (dá vontade de comer uns seis seguidos!). Mas aquilo que me conquistou mesmo foram as bolinhas de coco e cenoura.. e não foi só a mim. Tão simples, tão bom, tão natural! Passou para a minha lista de "coisas a fazer pelo menos uma vez por mês". Aconselho tudo! Já sabem, se experimentarem... digam!

Um xi-e bons cozinhados, 
Mariana.

Cartas Cruzadas

Como organizo as minhas cartas.

quinta-feira, fevereiro 05, 2015


Adoro cartas, sou uma amantes assumida. Qualquer dia faço uma daquelas tatuagens parolas a dizer "I  letters", não faço, mas se fizesse não seria de estranhar. Adoro cartas, escreve-las, abri-las e claro, guardá-las. Gosto de reler cartas, sentir os cheiros, identificar as emoções, construir histórias e em cada letra que leio aproximar-me mais da pessoa que me escreve. Por isso mesmo, nunca pensei em deitar nenhuma carta fora. Ainda tenho a carta que o meu primeiro namorado me deu, ainda tenho cartas que só de as ler o meu coração perde forças e chora mais um bocadinho. Nesta minha colecção há de tudo: cartas alegres, carinhosas, amorosas, mas também as há tristes, que pedem ao tempo que recue atrás ou que nunca mais volte a existir. Tenho centenas (sim, centenas) de cartas guardadas. Não só porque adoro cartas, mas porque amo mandá-las. De vez em quando lá me lembro de mandar uma carta a alguém que está longe (ou perto) e lá vou eu para os correios. E às vezes essas cartas têm respostas (só às vezes) e daí se juntar tantas cartas na minha mão. Isso e claro, porque um dia tive a excelente ideia de criar o Projecto Cartas Cruzadas


Sabia que ia chegar uma altura do Projecto (se tudo corresse bem, e correu) em que não ia ter grande espaço para colocar as cartas. E não me enganei. Mas sabia também que me recusava a deitar uma singela carta que fosse ao lixo. Não era aceitável. Para mim, queimar cartas é queimar um pedaço de alguém. Afinal, há sempre um bocadinho de mim em cada carta que mando. Então, sabendo que não iria deitar nada fora, tive que me organizar o melhor que sei. O que resultou mais ou menos em quatro caixas: uma exclusiva para as cartas que recebo dele (não está na fotografia), outra (a mais pequena da fotografia) para as minhas cartas pessoais - de amigos de longa data e daqueles que chegaram mesmo agora mas que já têm um espaço especial no meu coração. E depois outras duas para o Projecto Cartas Cruzadas. Devo dizer que antes as cartas do Projecto ocupavam três caixas. São 75 pessoas que já me mandaram cartas, algumas mais do que dez vezes. São longas conversas, intimidades asseguradas e segredos bem guardados. Resta saber como é que eu as organizei, certo?


Dividi as cartas por pessoas, em pequenos montinhos. Primeiro coloquei nas caixas aquelas que já só me tinham enviado uma carta (e que provavelmente nunca mais me vão responder), depois disso fui colocando as cartas da mesma pessoa num só envelope (quando vinham em envelopes personalizados, guardei tudo no mesmo envelope ou juntei com um elástico). Assim preenchi uma caixa. A outra caixa organizei da mesma forma, mas coloquei as cartas das pessoas que mais recebo. Assim terei que estar a abrir só essa caixa em príncipio. Porque quando vier uma nova resposta coloco logo no envelope da respectiva pessoa. Fácil, não é? Não imaginam a quantidade de envelopes que foram para reciclar e a quantidade de espaço que poupei. Para já, a solução é esta, depois logo se vê. Ideias aceitam-se. E vocês como organizam as vossas cartas?

Um xi- e boas arrumações, 
Mariana

Reflexões

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Às vezes, o amor, é como um fósforo que se parte quando o estamos prestes a acender. Mas que mesmo com a madeira partida nos arriscamos a friccionar para que arda, mesmo que nos queime a pele ou incendeie a casa, porque queremos o calor daquela chama e precisamos daquela luz na nossa vida. Às vezes o amor é perigoso e queima-nos, mas às vezes também nos ilumina a vida e a alma. 

Receitas

I ♥ Manteiga de Amendoim {um miminho para o estômago}

segunda-feira, fevereiro 02, 2015



Como disse aqui eu tenho um ligeiro vício por manteiga de amendoim: adoro, sou capaz de comer em colheres. Não me venham falar em nutela (nunca lhe achei grande piada) o melhor do mundo é mesmo manteiga de amendoim. O único problema é que no supermercado é super cara e ainda por cima está cheia de conservantes, açúcar e coisas que não quero andar a comer às colheradas. Eu só quero comer manteiga de amendoim, mais nada. Por isso, desde há uns tempos para cá, deixei de comprar manteiga de amendoim e comecei as minhas experiências de manteiga de amendoim caseira. A primeira, foi um fiasco, devo assumir. Parecia-me boa, mas... não. Então aproveitei-a para fazer esta granola e lá ficou maravilhosa. Agora a segunda vez decidi experimentar a receita do blog Chats & Juices da Inês que está aqui. Experimentei e adorei! 


Receita da minha manteiga de amendoim (e tão cedo não experimento outra):

~ 150g de amendoim natural;
~ 150g de amendoim torrado; 
adoçante q.b (se acharem que precisa);  
azeite q.b.

~ Colocar os amendoins na picadora até ficar uma posta (demora uns minutos). Se quiserem que fique crocante não coloquem os amendoins todos, reservem alguns mal picados para por no final. Tirar a manteiga, juntar o adoçante (eu usei uma colher de sopa) e o azeite (a olho) e mexer. Colocar em frascos próprios e desfrutar! 

Nota: com o tempo fui deixando de por adoçante e o azeite, habituei-me ao sabor dos amendoins e não quero outra coisa.


No final para testar logo a manteiga fiz umas "sandes de banana com manteiga de amendoim". A inspiração veio dos vídeos "Get Healthy With Me" da Tess Christine que eu aconselho a quem precisar de inspiração em relação a alimentação saudável. E desde que provei não quero outra coisa. Sabem aquelas horas em que o estomâgo suplica por comida? É isto que lhe dou e é tão bom! Basta cortar uma banana em tiras, rechear com manteiga de amendoim, como está na fotografia, e comer. A quem já fiz aprovou! E vocês, o que acham?

Um xi-
Mariana

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