Viagens

Coisas boas de Vila Real. {Casa Lapão}

quarta-feira, julho 31, 2013




 Mais uma óptima visita a Vila Real, com pouco tempo, mas com muita vontade de mostrar tudo o que é de fantástico desta minha cidade à A. Mostrei-lhe o meu maior refúgio, Parque Corgo de nome, o Dolce Vita, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Casinha de Chocolate, o Mercado, a Traga-Mundos (ver a visita no link), o Jardim da Carreira, a velha cidade, a Câmara, o Tribunal, a Rua Direita e mais uns cantinhos. Por fim, fomos deixar-nos tentar pelos doces conventuais de Vila Real na Casa Lapão: pedimos uma crista de galo (primeira foto à esquerda), um pastel de Stª. Clara (primeira foto à direita) e duas tigelinhas de laranja (última foto). Já não havia pitos de Stªa Lúzia, nem dei a experimentar os covilhetes à A., mas de certo que hão-de haver mais visitas e pode ser que seja numa altura em que existam ganchas! Vila Real é lindo, não me canso de dizer e para acrescentar a isto tudo, ainda tem estes doces que me deixam de água na boca sempre que penso neles.


p.s: obrigado à S., à M. e à A. por serem tão boas amigas e tão boas companhias. ♥♥ 

Traga-Mundos {Vila Real}

terça-feira, julho 30, 2013


Voltei a Vila Real esta semana e por pura coincidência consegui entrar naquela que acho a melhor loja de todo o Trás-os-Montes e Alto Douro. Tem o nome de Traga-Mundos e situada no centro de Vila Real (mesmo perto do Sinaleiro) mostra-nos que esta região está tudo menos esquecida, despovoada e acima de tudo: parada.


Segundo aquilo que diz no site do Reino Maravilhoso esta loja tem como objectivo construir uma referência quando se pensa na região do alto douro vinhateiro, seus autores e cultura, vinhos e tradições, produtos e artesanato. Quer-se um espaço com diversos nichos de interesse. Esta loja é assim uma livraria especializada na temática do douro, incluindo álbuns de edição cuidada e guias (turísticos, vinhos, vinhos do porto, quintas, castas), onde estarão presentes os autores locais e regionais com projecção nacional e universal – A.M. Pires Cabral, António Cabral, João de Araújo Correia, Otílio Figueiredo, Miguel Torga. Mas também uma loja de vinhos do douro, desde o vinho generoso – também denominado do porto – ao vinho moscatel, com exemplares de aguardentes velhas. É ainda, uma loja de mercearia fina: de compotas a ervas aromáticas, de chás a licores, privilegiando produtos certificados (denominação de origem, produção biológica). E por fim, encontra-se também como uma loja de artesanato, desde a olaria negra de bisalhães a cestaria, do linho a confecção tradicional, da latoaria a outros artefactos. Um local onde poderá igualmente encontrar informação turística, sobre eventos, romarias, restauração, alojamento, percursos, museus, igrejas e capelas, parques naturais.


E embora esta loja pareça abarcar muitas coisas, ela é ainda muito mais: é um sitio de cultura, um elo de ligação entre o passado e o presente. Para além disto tudo são organizados também vários workshops de várias temáticas entre outras coisas neste local. Estar em Vila Real sem o visitar para além de ser uma pena, deveria de ser proibido. A loja é mágica, a simpatia abundante e o cheiro a Alto Douro e ao nosso Portugal ainda mais latente. Vale a pena ver que ainda existem sítios que não nos deixam esquecer do quão bom é a nossa terra. 


 Mail: traga.mundos1@gmail.com 
Morada: Rua Miguel Bombarda, 24 - 26 - 28 | 5000-625 Vila Real, Portugal

Cosmética Natural

Filhos da Terra {champô natural}

quinta-feira, julho 25, 2013


     Desde a época em que deixei de ter rastas que também deixei de usar champôs "naturais", comecei a comprar o biodegradavel da Garnier e não quis mais saber. Contudo, há uns meses, num maravilhoso dia encontrei a página dos Filhos da Terra no facebook. Gostei dos produtos, da simplicidade, do "made in Portugal" e aventurei-me a comprar-lhes um champô em barra (que era o que eu usava quando tinha as rastas). Com os portes incluídos o champô custa 2,95 e dura-me para mais de um mês. Devo-vos dizer que o meu cabelo sofreu uma mudança, que me parece gigante: está com mais brilho, mais macio, mais encaracolado (ultimamente tem estado com aqueles cachos naturais que eu adoro!) e nota-se que está mais saudável. 
     Os ingredientes deste champô são: Alecrim, Alfazema, Cidreira/gerânio, Urtiga, poejo, Menta, Tomilho, Salvia, Esteva, Eucalipto, Limao, Óleo de rícino, Óleo de côco, Azeite e NaOH. O cheiro é maravilhoso (eu cá adoro!) e para quem já está a torcer o nariz por ser "em barra", têm uma solução simples: diluir em água destilada (uma barra dá para mais ou menos 1l de água), ralando-o e levando a lume brando, sem ferver, o tempo suficiente para o diluir na água. Se bem que eu cá já me habituei a usar em barra e não quero outra coisa. Já é a segunda vez que encomendo este champô e quer-me parecer que não vai ficar por aqui, eu e o meu cabelo ficamos fãs. Apoio e recomendo, visitem o blogue, a loja e o facebook para ficarem a saber mais sobre os "Filhos da Terra", eles não fazem só champô em barra, como diversos sabonetes, óleos, pomadas é desodorizantes, como podem ver a oferta é muito e não há como não agradar!

Reflexões

Nunca esquecemos?

sábado, julho 20, 2013

No outro dia, uma pessoa bastante especial, disse-me "nunca te vou esquecer". O meu coração sorriu para ela, mas depois ao chegar a casa começou a pensar: será verdade? Aquela pessoa não me vai mesmo esquecer? Quer dizer, de certeza que não se vai esquecer, quando estiver mais velha, que há muitos anos conhecer uma pessoa que lhe foi especial, mas não se irá mesmo esquecer de mim? Não se irá esquecer do meu nome, da minha cor favorita, da maneira como quando sorrio inclino a cabeça para um lado? A verdade é simples: existem memórias que não se esquecem, dias que permanecem e sentimentos que nos lembramos que sentimos (isto, quando nos lembramos) mas e as pessoas com quem vivemos isso? Vamos esquecendo-as com o tempo ou também elas ficam na totalidade na nossa memória? É verdade que existem pessoas que nós nunca esquecemos ou isso é só uma daquelas promessas ilusórias e bonitas que dizemos uns aos outros para (tentarmos) acreditar que o "para sempre" existe?

Leituras

"O Fogo e o Vento" por Susanna Tamaro {livro}

sexta-feira, julho 19, 2013


      A minha paixão pelos livros da Susanna Tamaro é algo já muito antigo, creio que desde que descobri o prazer da leitura que sou uma seguidora fiel do seu trabalho. Não é que já tenha lido todos os livros dela, mas os que já li, absorvi-os totalmente como se da minha vida tratasse. É isto que esta escritora faz em mim: faz-me acreditar na vida, no futuro, no poder ingénuo e forte da escrita. Perco-me em todos os livros dela: por entre os detalhes da Natureza e as palavras sábias sobre os valores e decisões da vida. Considero-a das pessoas mais inteligentes e com carácter que já li. Não é ao calhas que é a minha escritora favorita e não é ao calhas que sonho um dia escrever tão bem como ela. (ou devo sonhar em forma de palavras?)
    Comprei este livro por uma pechincha numa promoção da Editoral Presença e já o li há uns bons meses, mas só agora tive tempo de opinar em relação ao mesmo. Como não podia sempre, este livro não me decepcionou. Os livros da Tamaro, fazem-me sentir como se me estivesse a ler a mim própria, o que ela diz vai exactamente de encontro aos meus pensamentos e talvez por causa disso me sinta tão confortável, tão em casa ao lê-los. São livros que nos fazem pensar não só na vida, como em tudo o que advém dela: amor, ódio, amizade, despedidas, momentos, sexo, política, cultura... Tudo é abordado, por vezes de uma forma leviana outras vezes não, mas sempre dando ao leitor um bocado mais de conhecimento, para pudermos ter um bocado mais de opinião em relação aquilo que nos rodeia. E o melhor? É que a escritora faz estas abordagens de uma forma tão íntima que quase chegamos a pensar que é exclusivamente connosco que ela está a falar. Para mim, é impossível não amar estes livros, que me completam tanto.
     Deixo-vos algumas das minhas passagens favoritas (que são tantas, como podem ver nos marcadores da fotografia!) e para quem gosta deste género de leitura aconselho e muito. Boas leituras! 

«Por isso, se queres mesmo pôr-te a caminho, primeiro tens de pegar num grande saco e meter lá dentro tudo o que não serve: os lugares-comuns, as frases feitas, as imagens óbvias. Depois, vai para a varanda da tua casa. Lá em cima, muito em cima, no meio das antenas e dos prédios, é provável que vejas brilhar as estrelas. Interroga-as. Quem é que vos pôs aí em cima? Porquê? O que se esconde por detrás da escuridão profunda do céu? E por detrás dos buracos negros? É esse o primeiro passo do caminho. Contemplar o mistério em estado puro.»

«Tenta imaginar o coração como um instrumento musical. Há cordas que tocam habitualmente: a corda da tristeza, da alegria, da raiva, da dor, da distância, do enamoramento. E, por fim, há uma, mais escondida e profunda, que costuma ser difícil de descobrir, mas é justamente aquela que, ao vibrar, torna harmónico e potente o som de todas as outras. É essa corda que nos faz deixar de ser um ser-fragmento para sermos um ser-unidade.»

«Por mais voltas que dermos, temos sempre dois caminhos à escolha, um que nos conduz à realização da nossa unicidade de criaturas, e o outro que nos leva a separar-nos do nosso destino. Por isso, em primeiro lugar, deves pensar bem no tipo de amor que queres conhecer na tua vida. O da confusão ou o da comunhão? O anatómico, mecânico, epidérmico ou o que implica a profundidade do coração?»

Cartas Cruzadas

Já foram para o correio... {Projecto Cartas Cruzadas}

quinta-feira, julho 18, 2013


   Todos os pedidos que tinha em atraso foram hoje escritos e já estão na caixa de correio prontos a serem recebidos na casa de quem os pediu. Na última semana escrevi umas dez cartas e já tinha saudades de andar nesta correria e com esta dores de mãos. Com os novos pedidos no correio, foram também os novos envelopes. Resolvi a inovar mais um bocado e em vez de usar fita-cola para fechar os envelopes comecei a cozê-los, claro que dá mais trabalho mas enquanto uma pessoa está de férias pode bem fazer isto e fica muito mais bonito e com muito menos impacto ambiental. Que tal acham?
    Anuncio assim que estou receptiva a novos pedidos. Se não sabem a mínima do que estou a falar, apresento-vos o Projecto Cartas Cruzadas. Criado por mim em finais de Maio de 2012 este projecto tem como objectivo divulgar a felicidade por forma de carta. Já conto com quase 400 cartas enviadas por todo o país e em alguns lugares do mundo. Se queres receber uma carta (seja porque motivo for, independentemente de quem fores), só tens que me mandar um mail para mmariana.neves@gmail.com com a tua morada, uma breve apresentação (porque queres receber uma carta? quem és? gostavas que abordasse alguma coisa especifica?) e boas energias. Não há qualquer custo em receberem estas cartas, a única coisa que vos pode custar é tempo em escrever-me de volta, isto se claro, quiserem responder.
    Não estás satisfeito e queres saber mais sobre o projecto? Podes mandar-me um mail com as tuas dúvidas ou então lê tudo o que está neste link (são todos os post sobre o projecto neste blogue). Para quem quiser, aqui tem um post completo sobre o primeiro ano deste projecto: como cresceu e a quem agradeço por ser possível ele realizar-se. Aguardo assim os vossos pedidos! Boas cartas. 

Natureza

Projectos (ainda) com vida.

quarta-feira, julho 17, 2013

"Há um prazer nas florestas desconhecidas; Um entusiasmo na costa solitária; Uma sociedade onde ninguém penetra; Pelo mar profundo e música em seu rugir; Amo não menos o homem, mas mais a natureza..."  
(Lord Byron)


Lembram-se de ter falado deste meu Projecto com vida aqui? Pois bem, ele não morreu (muito pelo contrário) e apesar de nas últimas semanas não lhe ter ligado muito, resolvi lançar-me na luta contra as ervas daninhas e tirar estas fotografias para verem como está a ficar. É um orgulho imenso ver esta minha hortinha a crescer, a dar os seus frutos e a poder colher de lá coisas para os meus cozinhados.


Toda a gente tem-me ajudado e de lés a lés cá vem parar uma planta que nunca vira na vida cá em casa, como é o caso da fotografia de cima, foi dada por uma grande amiga e vizinha da minha avó, é lindíssima, mas não faço a mínima o que seja (quem souber o que é, que diga), mas a verdade é que se deu bastante bem neste terreno. Assim como a calêndula que não pára de crescer e de encher a horta de um amarelo vivo estonteante. Planta-mos alfaces perto das pedras do caminho, como que a fazer muro, e deixamos uma espigar para ver se se propagam mais alfaces pelo terreno.


O cebolinho foi outro que se deu muito bem, nesta terra tão barrenta e não pára de florir. Os cozinhados ficam tão melhores com ele! A hortelã-pimenta e a cidreira estão a dar-se maravilhosamente, ainda que às vezes se queixem do sol abrasador nas horas mais quentes. A hortelã-chocolate infelizmente, morreu da primeira vez, mas já transplantá-mos outra que até agora sobreviveu.. O cheirinho a after eight é delicioso.


Plantamos também tomates cherry (que são a delicia das minhas saladas) que começam a ficar prontos a horas vistos, mal posso esperar! O chá príncipe que a Cristina me mandou adaptou-se muito bem! Em breve já andamos a beber chá príncipe caseiro cá em casa.


Semeamos na estufa e passado um tempo plantamos os girassois na horta, ainda só um abriu(que já está quase murcho, nem tempo para lhe tirar fotografia tive), temos um caminho de girassois que estou ansiosa por fotografrar quando florescerem. A lavanda, tal como a salva, está linda, em breve vou secar alguma para colocar em saquinhos feitos por mim, que tal? Sou uma apaixonada pelo cheiro da lavanda e já estou a pensar numa série de coisas para fazer com ela.


Ainda que já murcho, não podia deixar de tirar uma fotografia a este girassol. Em breve, quando as sementes tiverem secas, já as apanho para guardar para o ano. Acho o girassol uma flor tão especial que não me vejo a algum dia ter o meu jardim sem um.


E por fim, já tenho as placas todas a identificar as ervas aromáticas e os chás (enquanto uma pessoa não as sabe de cor de olhos fechados), o tomilho e os orégãos são, sem dúvida alguma, os reis da horta, e espero que continuem a ser.  Para já tem tudo corrido bem, estou bastante orgulhosa deste meu espaço. Não há nada como um dia entretida por entre plantas aromáticas, chás e flores, especialmente quando se tem uma banda sonora como esta. O que acham deste meu cantinho das aromáticas?

Reflexões

Capacidade de ser, acreditar e viver.

quinta-feira, julho 11, 2013

    Os seres vivos têm montes de capacidades. Capacidades que nos mantém vivos, que nasceram connosco ou que nos foram ensinadas. A capacidade de amar, de confiar, de comer, de dormir... são inúmeras e ainda  bem que as possuímos, são realmente úteis e devemos agradecer por elas todos os dias. Excluindo uma delas: a capacidade de não acreditar-mos em nós mesmos, a capacidade de ter medo de errar, a capacidade da insegurança... Sim, a insegurança é boa em certa medida, ajuda-nos a ser modestos e a perceber que existe muito a aprender no mundo. Mas, termos a capacidade da insegurança, de sermos seres inseguros é algo totalmente diferente. 
     Acredito que todos nós somos seres diferentes e embora com potenciais diferentes, não acredito no limite de cada pessoa. Acho que a cada novo dia que passa somos capaz de nos superar, de aprender e de, acima de tudo, errar uma, duas e as vezes que forem preciso. É normal errar. É normal não querer errar. Mas o mais normal é passar a vida a fazê-lo, mesmo sem dar-mos conta. Tentamos ser o mais "perfeitos" que pudemos ser, até que um dia acordamos e reparamos que a nossa vida é toda feita de erros. Ficamos tristes e daí cresce toda a insegurança: serei capaz? porque é que ele conseguiu e eu não? De certeza que não valho nada. Nunca serei ninguém. Às vezes a insegurança cresce de mão dada connosco outras vezes é primeiro amor que nunca esquecemos, mas de qualquer forma é a insegurança - sem dúvida alguma - que dita aquilo que fazemos com aquilo que experiência-mos.
     Notar que o erro é algo constante na nossa vida, não é mau. Aliás é bastante bom. Que seria de nós, se não houvessem erros? Que seria de nós se não erramos todas as vezes que tentamos colocar-nos em posição bípede e caímos no chão? Não andaríamos. Que seria de nós que sempre que dissemos uma palavra mal quando começamos a falar, parássemos? Não falávamos. E por aí adiante. Se os erros existem é para serem cometidos, sejam de que forma forem, haverá sempre alguma coisa que iremos aprender com eles, nem que seja a como nunca mais os cometer. São os erros que tornam o ser humano que somos hoje, são eles a matéria do nosso olhar e é só e apenas a partir dele que poderemos progredir.
    E essa progressão apenas será executada da devida forma se deixarmos os pequenos (ou gigantes) bichinhos da insegurança de lado, se os encarar-mos e disser-mos com toda a frontalidade: "Eu tenho capacidades. Eu sou um ser humano fantástico e vou arriscar. E mesmo que erre, tentei e isso certamente que me tornará melhor do que aquilo que sou hoje." Com toda a certeza que mais dia, menos dia, vamos errar muito, vamos querer voltar a trás, retirar decisões que tomamos, chorar de arrependimento, mas também iremos agradecer esses erros todos os dias, porque mais triste do que o arrependimento de errar é o arrependimento de não tentarmos, de não sairmos da zona de conforto e de, acima de tudo, não acreditar-mos em nós mesmos. Porque no final de contas, se não formos os primeiros a acreditar em nós mesmos, quem o fará? Acreditar naquilo que somos, em todas as capacidades óptimas que temos, é algo que nunca devemos esquecer e relembrar todos os dias quando acordamos. Todos os dias somos o ser humano mais apto para tudo aquilo que queremos e desejamos fazer.

Voluntariado

Ser monitora é...

domingo, julho 07, 2013

Receber abraços inesperados, abrir os braços para todos os choros, amparar quem cai, dar beijinhos para a dor passar, limpar as lágrimas com festinhas, saber o que dizer em momentos de desespero, ser de confiança, saber falar, sentir cada sorriso, compreender, superar-nos todos os dias, fazer coisas que achávamos ser impensáveis, estar atento a todos os detalhes, ser responsável, brincar, chorar de tanto rir, fazer palhaçadas, o dormir menos de três horas por noite, fazer contagem a todo o momento, descobrir um lado maternal que não sabíamos existir, ser alguém que ama desde o primeiro instante e acima de tudo saber que existem saudades que não passam e momentos que nos marcam para sempre. Uma vez que se é monitora, é-se monitora para sempre, porque crianças como aquelas uma pessoa nunca consegue esquecer.

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