Leituras

"A luz de um novo dia" por Torey Hayden.

terça-feira, outubro 30, 2012

Para quem não sabe a Torey Hayden é só a minha escritora favorita. Devoro os livros dela como quem come chocolate e estes são, sem dúvida alguma, um grande foco de inspiração para mim. A Torey Hayden não é nada mais nada menos do que uma professora do ensino especial que escreve livros relatando os casos que enfrenta com os seus alunos. Já tinha este livro algum tempo lá em casa - mal saiu o N. deu-mo - dó que o tempo não tem sido muito. Mas como esta chuva só me dá vontade de ler, o domingo passado voltei-me para o livro, e devorei-o em quatro horas. A verdade é que não consegui parar de o ler. E soube tão bem! Soube tão bem ser seduzida novamente por um livro, perder-me nas páginas, imaginar rostos. É para mim das melhores sensações.
Mas bem, passando ao livro em si. O livro fala da turma que a Torey tem durante esse ano, à qual pertence uma menina com mutismo selectivo - sobre o qual fala o livro - dois rapazes com Síndrome de Alcoolismo Fetal, um com Síndrome de Tourette, uma menina Autista e ainda um rapaz com défice de atenção. É engraçado ver as várias técnicas que Torey usa para controlar a turma tão diferente e disfuncional, desde a culinária até às histórias imaginárias. Todo este relato é sempre feito com as mais carinhosas palavras e também as mais adequadas, dando ao leitor a impressão que ele próprio conhece todas as personagens e pertence a turma.
Aconselho - como não podia deixar de ser - este livro a todas as pessoas que se interessem por esta área e mesmo aquelas que não se interessam. Vale a pena :)

Reflexões

Enquanto a dor reside.

segunda-feira, outubro 29, 2012

Por muito que te custe, vão sempre acontecer coisas que te deitam abaixo. Coisas que vais querer esquecer, que vais querer, o mais depressa possível, que não te magoem mais, que não te façam chorar mais uma lágrima. E qual é o caminho mais rápido para o esquecimento? O perdão. Mas nem sempre as coisas são assim tão fáceis  Saber perdoar até é fácil o problema consiste quando não deves perdoar por muito que queiras. Quando as pessoas te magoam com tamanha brutalidade que só de pensar em voltar a tê-las na tua vida o teu coração compadece. Nem as saudades ultrapassam a dor, nem sequer a vontade de abraçar. Existem certos momentos, pessoas, atitudes que não deves perdoar imediatamente. Não até teres a certeza que não te voltam a magoar. Sim, o perdão é necessário. Mas a dor não é. E quando uma coisa arrasta a outra há que saber tomar certas atitudes e ser fria quando tudo te queima de dor, e saber parar de chorar quando o mundo já está afogado. Custa, mas é por ti que o deves fazer. Por amor ao que és, e não ao que queres deixar de ser. Isto porque existem certas coisas que, se permanecerem na tua vida, só vão fazer com que te destruas e deixes de ser quem és. 

Leituras

domingo, outubro 28, 2012

"As pessoas não se sentem sempre bem. Por vezes ficamos aborrecidas ou irritadas, ou cansadas ou até enervadas. E isso tudo faz parte de nós e, embora seja importante controlas essas emoções para não magoar ninguém  não é o mesmo que comportar-mo-nos como se não existissem  E o facto de existirem não é errado. Quando agimos como se nos sentíssemos assim, mentimos emocionalmente."
in "A Luz de um Novo Dia" por Torey Hayden


Reflexões

Vive como se fosse o teu último dia. #

sábado, outubro 27, 2012


    
    É verdade. É verdade que devemos viver cada dia como se fosse o último. É verdade que devemos aproveitar cada segundo, cada minuto, cada respirar, cada companhia. E, é também verdade que não o fazemos. Simplesmente, não-o-fazemos. Para que? Haverão mais dias, mais horas, é certo, quase certo. Mentira. Nada é certo. Um dia podemos estar felizes, como no outro temos perdido alguém, por mais invencível que essa pessoa pareça. Na nossa vida, esquecemo-nos que a cada segundo morrem pessoas. E tal, como não estamos livres da sida, ou de outras doenças, também não estamos livres da morte. Muito menos da morte. Ela aparece quando menos esperamos, arrebatamos quando menos precisamos. Ela é assim, verdadeira. E a verdade que nela há, não é só a verdade do adeus, mas também a verdade de que devemos viver cada dia como se fosse o último.
       Pelo menos num período de vinte e quatro horas, devemos satisfazer-nos. Devemos procurar o pote de ouro no fim do arco-íris. Se não houver arco-íris, bem então aí criamos- lo. Nada é impossível. Mesmo que pareça, há sempre maneira (sempre!) de darmos a volta por cima, de sermos felizes. E, digo, que pelo menos num período de vinte e quatro horas devemos satisfazer-nos, porque mesmo que vivemos a vida a cem por cento, não nos esqueçamos de uma simples palavra: esperança. Esperança. É preciso ter a verdade da esperança connosco. É preciso mergulhar-mos nela. Abraça-la. Prova-la. É preciso amá-la. É preciso ter esperança, num futuro. Num futuro que vamos e pudemos viver. Em vícios que pudemos mudar, pessoas que podemos abrigar. Um futuro, num planeta, em pessoas melhores. Em nós próprios sermos melhores. Em acolher-mos o modo de vida, que queremos. Em lutar-mos, sem vergonha alguma, por aquilo que queremos, que acreditamos. E consegui-lo. Temos que ter esperança, no brilho dos nossos olhos.       
    E, o que é a esperança sem a força? Temos que ter também força no sorriso, que cultivamos, que amadurecemos, que partilhamos. Força e esperança. Força para agir. Esperança para não desistir. E, um bocado de coragem. Coragem para mudar-mos. Para mostrar-mos que não estamos contentes com o que vemos. Com a maneira como vemos as coisas, como aproveitamos os nossos dias. A minha mensagem hoje é simples. Vivam como se agora fosse o vosso último minuto, segundo. Não tenham medo de morrer, tenham medo antes, de não viver enquanto puderam. Cada segundo que passa na ignorância, é uma oportunidade que desperdiçamos. Portanto, fechem os olhos. (estão fechados?) Agora, pensem que daqui a um segundo morriam. O que faziam..? Façam-no. Porque verdade seja dita, não sabemos se daqui a um segundo estamos cá, ou se as pessoas ou lugares, de que dependiam os nossos desejos estão cá.

Leituras

{O Planalto e a Estepe, por Pepetela.}

domingo, outubro 21, 2012


"Se tiver tempo.
O tempo é um atleta batoteiro, toma drogas proibidas, corre mais que todos. E quanto mais o quisermos apanhar, porque resta pouco, mais ele corre. Por isso são sábios os velhos dos kimbos, nunca querem agarrar o tempo, deixam-no passar por eles, as peles devem ser rugosas e o tempo entranha-se nelas, deslizando com mais dificuldade. Entranha-se mesmo nas peles das mulheres velhas tratadas diariamente com leite coalhado e óleos tirados de sementes especiais para ficarem macias. Se elas usam a sabedoria dos anciãos  as peles lisas pelo leite e óleo têm no entanto, escarificações, travando a corrida do tempo. Nós achamos ser superiores, modernos, vivemos em cidades, porém não sabemos nada disto. O tempo goza com a nossa estúpida vaidade, passa por nós como um foguete, nos torna seus escravos. Os velhos dos kimbos não correm atrás, antes ficam parados contemplando as diferentes manchas de uma vaca, distinguindo uma de outra, assim conhecendo toda a sua manada, a sua e a dos seus vizinhos. Ficam a ver as formigas fazendo carreiros no solo seco ou os pássaros sulcando riscos no espaço. Tantos riscos desenham os pássaros no espaço! Só é preciso saber ver.  Então, o tempo passa devagarinho, como uma solitária gota de chuva se desprendendo com dificuldade de uma folha de árvore mutiati."

in O Planalto e a Estepe,
por Pepetela.

Reflexões

Afinal quem é que sabe o que é O amor? (...)

sábado, outubro 20, 2012

Amor. Alguma vez se perguntaram o que é que, na verdade, era este sentimento? Já, claro que já. Em milhões de canções, de histórias, de filmes, e até de pinturas, descreve-se ou tenta-se descrever esta grande força que é o amor. Não se consegue. A arte no seu geral, passa por esta imensa incógnita. Há quem o defina como a maior dor do mundo, outros como a melhor alegria deste. E a minha questão nem é “o que é o amor?”, mas sim “quem é que sabe o que é que o amor é?”.
De repente olho à minha volta, e anda tudo apaixonado. Aliás, não só apaixonado, mas enamorado. As pessoas já não falam em paixão, isso já começou a parecer mal, é demasiado carnal e passageiro para as pessoas o admitirem e andarem por aí a dizerem. Não, esta sociedade elevou os padrões. Agora ama-seAs pessoas amam-se umas às outras em semanas, fazem juras eternas, espalham carícias e palavras publicas com a mesma facilidade como abrem um guarda-chuva. Até agora? Nada contra, cada um sabe de si.
Eu só começo a ficar contra isto quando vejo pessoas da minha idade (!) e mais novos (!!) a falarem de amor. De histórias eternas, de decisões precoces a tempo inteiro. Eu sou contra muita coisa, sempre fui, mas fui aprendendo a ser cada vez mais. E, muito sinceramente – e sim, é mesmo para deitar a baixo os hipócritas que dizem amo-te da boca para fora – porque é que esta gente agora tem toda a necessidade de mostrar a todos o que sente? Porque é que as pessoas se habituaram ao amo-te e ao para sempre e lhe tiraram a sua magia? A sério quantos de nós é que nunca disseram um amo-te? E quantas dessas pessoas a quem o dissemos ainda estão connosco? E em quantos amo-tes acreditamos agora? Pois.Não vos soa mal a resposta a estas perguntas? Infiltra-mo-nos numa sociedade de consumistas de palavras, que, mais tarde ou mais cedo, consomem sentimentos. Já não existem relações levadas a sério se um amo-te não for prenunciado. Muito pelo contrário se se sabe isso, é um escândalo porque provavelmente não passa de paixão, de carnal! E é esta a parte em que eu digo.. POUPEM-ME!
Eu sou contra esta precocidade toda, porque acredito que um amo-te, nunca ou quase nunca deve de ser dito. Ainda que defenda que os sentimentos devem de ser exprimidos, as palavras não são o meio ideal para o fazer. São os actos. Porque com os actos não há enganos, as coisas são como são. Já com as palavras há enredos, exageros e grandes males entendidos. De qualquer das formas acho que um amo-te, o grandioso sentimento do verdadeiro amor, demora anos a ser formado, e mesmo quando que formado demora tempo a sair, porque se sabe a importância do sentimento (nem é da palavra em si).
Não me acho capaz de dizer quando se ama ou não, aliás acho que nem tenho esse direito. Mas caramba esta nova moda dos amo-tes e dos sempre, está a dar cabo de mim. É que enjoa. Não me tomem por insensível, não o sou a sério, mas um bocadinho de realidade nessas hormonas aos saltos e paixonetas por muito que seja difícil de alcançar é preciso ter. Calem-se um bocado com todas as palavras. O amor não se define, sente-se. O amor não se escrever, exprime-se agindo – amando sem definição. E nenhuma palavra, nem mesmo o glorioso amo-te, é capaz de o descrever na totalidade. Respeitem o amor, respeitem o que sentem, respeitem os outros. E parem de enjoar a magia que esses sentimentos deveriam dar ao mundo.

escrito a 28 de Novembro de 2010

Reflexões

Surpresas do mundo.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Existem sempre aquelas coisas pelas quais esperamos a vida inteira, ou só um bocado dela. Existem também aquelas alturas em que certas coisas, pessoas ou sonhos são postos em espera. E nós até esperamos, até vamos esperando, quando queremos vamos contendo o desejo de querer que algo se realize e vá uma pessoa até espera. Mas, certo dia, cheio de sol, ou cheio de nuvens, essa coisa aparece. Pode ser um momento que nós até nem tínhamos em mente, ou um que nos surpreende no seu máximo e de repente, pow, o que nós esperávamos está bem à nossa frente, seja um telefonema, uma pessoa ou até aquela lição que esperávamos que a vida nos desse. Acontece, passado um mês, um ano, ou cinquenta anos, mas acaba por acontecer. E de vez em quando, tudo o que temos para fazer é manter essa surpresa, esse momento e agradecer por ter acontecido ou fim de tanta espera. Portanto dia de hoje, obrigado por me teres tirado duas coisas das minhas listas de espera. Foste fenomenal. 

Leituras

{adeus..}

domingo, outubro 14, 2012

"Prefiro acreditar que não nos dissemos adeus, 
mas que nos separamos para que o destino nos dê um reencontro feliz."  
 Raphael Bacellar 

quarta-feira, outubro 10, 2012


Leituras

Livro "Uma Vida Sem Limites" por Nick Vujicic.

terça-feira, outubro 09, 2012

Não sei se já vos tinha dito, mas eu adoro ler. Adoro sentir o cheiro dos livros e as histórias que contam, assim como tudo o que um livro é capaz de deixar numa pessoa. Este livro foi dos que mais deixou de si em mim. Já o tenho há mais de um ano, na verdade é meu e do N. (como o preço dos livros é gigante, e como até temos os gostos parecidos, eu e ele compramos livros a meias agora), mas só estas férias o consegui ler. Devorei-o em três dias, por sinal. É dos livros mais bonitos, mais simples e mais humildes que conheço. 
A história é retratada na primeira pessoa por Nick Vujicic, um homem que nasceu sem pernas e braços e possuí apenas um pequeno pé - como podem ver na fotografia. Vujicic conta-nos como conseguiu ultrapassar as dificuldades, desde os primeiros tempos, e como chegou ao ponto de agora ser uma pessoa extremamente feliz. Ele anda por todo o mundo a dar palestras sobre a felicidade e o perdão. Certamente já viram este video dele (entre outros que existem), se não aconselho-vos a ver. 
Fiquei sensibilizada várias vezes durante a leitura, e também algumas vezes pus-me a pensar "Caramba, ele tem razão, devias deixar de te preocupar com coisas que não são verdadeiramente importantes." Este livro é  uma lição de vida, um empurrão para vermos a vida com olhos de ver, para nos vermos a nós próprios e a todos os que nos rodeiam com outros olhos. E aprender que mais importante do que segurar a mão de outra pessoa, é segurar-lhe o coração. E isto, certamente, este Homem sabe fazer.

«Eu tenho uma escolha. Tu tens uma escolha. Podemos escolher remoer desapontamentos e limitações. Podemos escolher ser amados, zangados ou tristes. Ou, quando confrontados com tempos difíceis e pessoas maldosas, podemos escolher aprender com essa experiência e seguir em frente, assumindo a responsabilidade da nossa própria felicidade.»

«Algumas feridas saram mais rapidamente se continuares a mover-te. Acontece o mesmo com os reveses da vida. Talvez perca o teu emprego. Uma relação pode não resultar. Talvez as contas se amontoem. Não pares a tua vida para ficares a pensar na injustiça de feridas passadas. Em vez disso, procura formas de seguir em frente. Talvez haja à tua espera um emprego melhor, mais enriquecedor e recompensador. Talvez a tua relação tivesse mesmo de sofrer um abanão, ou talvez haja alguém melhor para ti. Talvez as tuas dificuldades financeiras te inspirem a encontrar novos meios criativos de poupar e construir riqueza.»

Reflexões

segunda-feira, outubro 08, 2012

Como é que é suposto libertar o passado se ele nem anda com cadeado à nossa beira? Como é que é possível libertar uma coisa que tem que inevitavelmente de estar connosco? Como é suposto existir presente ou futuro? Não é, pura e simples. Faz parte de nós. E por mais voltas que a vida dê, vai haver sempre qualquer coisa a lembrar-mo-nos que ele existiu, seja um passo de dança, um lugar, uma maneira de pensar. Portanto mais vale aceitá-lo e saber viver com ele, certo? Mas porque raio é que isso é às vezes tão difícil? 

Leituras

{mais uma vez, amor}

domingo, outubro 07, 2012


«Fui como um ferido pelas ruas até que compreendi que havia encontrado amor, meu território de beijos e vulcões. Não sabia o que dizer, a minha boca não sabia nomear, meus olhos eram cegos, algo me golpeava a alma, febre ou asas perdidas, fui me fazendo só, decifrando aquela queimadura, e escrevi a primeira linha vaga.
 E eu, um mínimo ser, ébrio do vazio enorme constelado, à semelhança, à imagem do mistério, senti-me parte pura desse abismo, girei as estrelas, meu coração se desatou no vento. 
Te amo, beijo em tua boca a alegria. Tragamos lenha. Faremos fogo na montanha.
Ainda não estou preparado p'ra crescer e aceitar que é natural,para reconhecer que tudo tem um princípio e tem um final.
Ainda não estou preparado para não poder te olhar ou não poder te falar.Não estou preparado para que não me abraces e para não poder te abraçar...
Já és minha. Repousa com teu sonho em meu sonho ... enquanto eu sigo a água que levas e me leva: a noite, o mundo, o vento enovelam seu destino, e já não sou sem ti apenas teu sonho.
Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas a amada já...Saudade é amar um passado que ainda não passou,é recusar um presente que nos machuca,é não ver o futuro que nos convida...Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Chegastes à minha vida com o que trazias, feita de luz e pão e sombra, eu te esperava, e é assim que preciso de ti, assim que te amo, e os que amanhã quiserem ouvir o que não lhes direi, que o leiam aqui...
Amanhã dar-lhes-emos apenas uma folha da árvore do nosso amor, uma folha que há-de cair sobre a terra como se a tivessem produzido os nosso lábios, como um beijo caído das nossas alturas invencíveis para mostrar o fogo e a ternura de um amor verdadeiro.
...Nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria.
Eu amo o que não tenho. E tu estás tão distante...
E desde então, sou porque tu és. E desde então és, sou e somos...E por amor... Serei... Serás...Seremos...» 

 Pablo Neruda

Cartas Cruzadas

Cartas Cruzadas, ponto de situação Outubro.

terça-feira, outubro 02, 2012

    Passou mais um mês de projecto, e no total já lá vão três meses. O projecto cresceu de uma forma inexplicável como já tinha mencionado. E agora já está noutra dimensão: eu não só tenho que escrever os dez pedidos de cartas por mês a pessoas novas como também responder a todas as cartas que recebo e me pedem resposta. Bem, só para terem a noção a semana passada quando cheguei a casa tinha nove cartas para responder. E como daqui a nada começam as frequências tenho que tratar já das cartas. No total hoje já escrevi seis e a noite ainda só começou agora. Mas bem, excluindo as dores de mão, estou a adorar o projecto e a amar cada carta que escrevo/recebo! Obrigado a todos :) Ficam aqui os pedidos de cartas de Outubro:


Seguidores

Junta-te ao Facebook

Amantes de Chá

Junta-te ao grupo #umaxícaradechá